Claranet CorpFlex mostra a importância do atendimento personalizado para a segurança digital das empresas

São Paulo, Brasil, setembro de 2020 – O crescimento da tecnologia na corrida pela adequação ao cenário da pandemia desperta um ponto de cuidado referente à proteção do negócio: a segurança no ambiente digital. Um estudo da Trend Micro revelou que o Brasil é o quarto país com mais ameaças por e-mail detectadas no primeiro trimestre de 2020. Apesar disso, muitas empresas ainda não investiram em cibersegurança. “Atualmente menos de 10% das demandas que temos são de segurança, mas cresceu exponencialmente durante a pandemia. Isso se deve em grande parte por conta da necessidade de prover acesso remoto à todos colaboradores em pouquíssimo tempo. Por isso, nosso papel diário tem sido levar mais informações ao mercado à respeito de segurança multicloud”, afirma Diogo Santos, diretor de tecnologia da Claranet CorpFlex.

Os dados sobre procura por segurança dos clientes da Claranet CorpFlex ilustram a pesquisa deste ano da Kaspersky que mostrou que cerca de 40% das empresas brasileiras ainda não têm políticas de cibersegurança ou não informaram aos próprios colaboradores que elas existem. Tal comportamento é fruto da cultura organizacional da empresa e, às vezes, precisa ser quebrado para que se possa desenvolver o projeto de cibersegurança mais adequado.

Diante da nova LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), isso fica ainda mais preocupante, visto que o vazamento de dados pode trazer sanções às empresas. “Criamos um modelo de implementação, que absorve a cultura organizacional da empresa e cria um atendimento personalizado para a proteção digital de acordo com as necessidades que percebemos durante a imersão”, explica Adílio Santos, especialista em LGPD da Claranet CorpFlex. “Ensinamos desde tarefas simples até as mais complexas sobre sigilo de dados. Incentivamos desde o não armazenamento de arquivos de e-mails ou links suspeitos até a aplicação de softwares legítimos de fontes confiáveis, aliada à orientação constante dos funcionários”.

Com a pandemia do coronavírus e o surgimento do “novo normal”, onde grande parte das empresas aderiram ao trabalho remoto, os funcionários ficaram ainda mais suscetíveis às ameaças de hackers, seja navegando por redes ou links desconhecidos em suas máquinas. “O processo de implementação da Lei de Proteção de Dados pode ser longo e depende de vários fatores internos: mapeamento de todos os dados, capacitação das equipes internas, comunicação com fornecedores e parceiros e maturidade de cada empresa”, explica Adílio Santos, sinalizando que a regulamentação da LGPD deve ser antecipada e feita a quatro mãos, incluindo colaboradores das áreas jurídica, tecnológica e de compliance.

Para viabilizar um modelo de negócios que proíba a invasão dos dados, os parceiros responsabilizam-se pela disponibilização de softwares de segurança desde a concepção da arquitetura do negócio até a etapa final de pós-vendas, sempre contando com o atendimento que melhor se enquadre na relação íntima da empresa com o cliente. Outras vertentes que podem ser oferecidas são a implementação de um centro de segurança para correção de impactos negativos e a gestão da vulnerabilidade do negócio.

SOBRE A CLARANET CORPFLEX

A Claranet CorpFlex é uma multinacional de tecnologia, com foco em serviços gerenciados de cloud computing, big data, cyber security e outros, que reúne a consolidação da Claranet em cloud pública e o reconhecimento da CorpFlex em cloud privada. O grupo está presente em mais de 9 países no mundo e seus mais de 2.200 funcionários têm como missão ajudar seus clientes em todas as etapas da transformação digital. É líder consecutiva por 5 anos no Quadrante Mágico do Gartner e reconhecida como especialista em serviços gerenciados de infraestrutura híbrida.