A Organização Mundial da Saúde (OMS) indicou esta sexta-feira ser precipitado avaliar as consequências de uma variação do coronavírus identificada em visons na Dinamarca por não haver provas sobre o impacto na propagação do patógeno ou na gravidade da infeção.

“É muito cedo para tirar conclusões sobre as implicações dessa mutação específica, seja na transmissão, na severidade ou na resposta imunitária e na potencial eficácia de uma vacina”, disse a cientista-chefe da OMS, Soumya Swaminathan.

A especialista explicou que as provas reunidas até ao momento não mostram que a variação que será proveniente dos visons tenha o comportamento do SARS-CoV-2 que já circula por todo o planeta.

Os especialistas da OMS já indicaram anteriormente que as mutações de um vírus são habituais e que o próprio novo coronavírus sofreu várias desde que se começou a propagar, ainda no fim do ano passado, sem alterações na forma de atuação.

A Organização Mundial da Saúde lidera um grupo científico formado por biólogos evolucionistas e biotecnológicos que seguem de forma permanente todas as mudanças do patógeno no planeta.

Fonte:EFE